Criamos o espaço e passamos pela experiência nele,
estamos colhendo os frutos da sociedade espetáculo e da indústria cultural.
Aquela que anos a fio investiu na alienação
dos sujeitos, da subjetividade, apostou na massificação do consumo padronizado,
na sociedade robótica alienada.
Quando os políticos eram donos dos jornais, rádios,
canais de televisão, meios de comunicação, inventavam a verdade, propagavam o
que lhes convinham, e replicavam, replicavam até aquilo se tornar uma forma de
pensar hegemônica, uniforme, nada melhor para o sistema dominante vigente que
uma massa obediente e ordeira, sem senso critico, sem capacidade de reagir, sem
capacidade de pensar, sem nada, completamente amorfa, obediente e pagante de
tributos.




